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Um dia faço um blog

Loucos os que sentem.

E por isso eles fogem. Tolos. Fogem como se a sua vida dependesse disso. Fogem pelo medo de sentir. Ou talvez não seja medo. Talvez seja outra coisa qualquer que me recuso a querer saber. Talvez seja a ânsia de querer mais. Mais gente, companhia talvez, como eles, pobres de emoções, escravos do fingimento; mais vida, pensam eles. Talvez porque sentir lhes roube tempo. Idiotas.

Vivem inconscientemente aterrorizados com a ideia de sentir e por isso fogem. Na viagem, vão conhecendo mais deles, vazios, coitados, tão vazios que quase acredito que lhes falte a alma. Rasos de emoções e peritos na fuga. 

Penso que no final do dia, quando são apenas eles, eles e os seus pensamentos, julgo que continuam a  fugir. Fogem de pensar. Pensar muito é para parvos. E isso é que eles não são.

A dada altura creio que acabem por se cansar. Da corrida. Ou da companhia. A dada altura talvez se apercebam de quem são. Penso que no final da fuga, acabam por se aperceber que apenas fugiram deles mesmos. Depois, a corrida será para se tentarem encontrar. E depois, provavelmente, tentarão sentir. Mas não conseguem. Não conseguem porque estão desgastados daquilo que tanto se esforçaram para tentar ser.

Não sei o que farão depois. Talvez continuem a correr contra si mesmos, contra o tempo, contra a vontade quase incontrolável de sentir o que quer que seja. E correm, fogem que nem loucos, tentam ganhar mais. Ganham-se uns aos outros. Inocentes e burros. Ganham-se nas viagens que fazem contra eles próprios e com os iguais a eles. 

Na meta talvez se apercebam do que perderam. Sim, certamente que no final o impacto seja suficientemente forte ao ponto de se arrependerem de não terem sido eles, não terem sido de ninguém, no fundo, não terem sido nada.

NÃO DESCULPAMOS OS TRANSTORNOS CAUSADOS PELAS PERTURBAÇÕES NAS LINHAS!!

Desculpem o capks lock do título. Primeiro foi porque tinha que vos chamar atenção. Já não vinha ao  blog há bastante tempo e era a única maneira de vos captar o olhar para aqui. Golpe baixo, eu sei. O segundo motivo é porque estou realmente nervosa e chateada. 

Se tivesse um milhão de euros, juro-vos que era menina para o dar a quem tiver o coração suficientemente doce, a mente completamente aberta e uma pachorra infindável ao ponto de aceitar os 35920121 pedidos de desculpa diários dos senhores do metro de Lisboa pelas milhares de perturbações diárias nas linhas. 

Não, meus grandessíssimos e respeitáveis senhores, eu não desculpo as constantes perturbações em todas as linhas, todos os dias.

Já agora, e por falar nesse flagelo, o que querem dizer com perturbações? Sei lá, já que somos todos tão íntimos - literalmente -, e tendo em conta que diariamente toda e qualquer parte do meu corpo é tocada (e esmagada, digamos), por toda e qualquer pessoa, acho que já temos confiança suficiente para saber, com detalhes, afinal de que se tratam essas perturbações. 

Eu já nem falo de não adorar o facto de ter que viver com o excesso de partilha corporal que todos os dias me vejo obrigada a ter. Lá calha uma cotovelada na mama esquerda, um entalão no pé direito, um quase tocar de bocas, ao ponto de sentirmos quase o hálito de cada um. Vou até fingir que me esqueço de falar do quanto é motivante começar o dia com o sovaco de alguém literalmente a bater-nos no nariz (falo por mim, que altura não abona a meu favor).

Mas há uma coisa que tem que ser falada. As pessoas tornaram-se realmente ainda mais filhas da puta. E a culpa é vossa. A sério.

Um relato rápido e ilustrativo sobre HOJE: Metro atrasado, as usual. Pessoas chateadas, com cara cerrada e de poucos amigos. Poderia jurar que era terça-feira e estava cercada de sportinguistas. O tempo de espera aumenta. As pessoas começam a bufar. O ajuntamento de seres humanos por metro quadrado começa a tornar-se surpreendente. Volta e meia lá se ouve um foda-se esta merda, vou a pé. Entretanto o metro chega e quase que achei que estaria perante bichos se não fossem 9h da manhã e não estivesse eu na Baixa-Chiado. Empurrões, uma asneira aqui e outra acolá. Um salve-se quem puder pelos últimos 2 centímetros da última carruagem que já estava à pinha. As pessoas que queriam sair, coitadas, não tiveram hipótese, tal era a fúria de quem queria entrar. Que importa se eram velhos, crianças ou pessoas com problemas de mobilidade? Ia tudo à frente, literalmente, e foi tudo esmagado, qual sardinha enlatada. 

Perante isto, como continuar a aceitar as vossas desculpas? Talvez ponderássemos se houvesse algum comunicado, algo como: "Desculpem lá isto, minhas bestas quadradas que não sabem viver em sociedade. Como pedido de desculpa, daquele honesto que vem do fundinho do coração, vamos devolver-vos o balúrdio de dinheiro que estão a pagar para usufruir do nosso serviço de merda."

Mas não. Continua tudo na mesma. Nem o serviço melhora, nem o valor do passe mensal desce. Pelo menos satisfaçam-nos esta curiosidade e expliquem-nos, COM DETALHES, o que querem afinal dizer com perturbações na linha. Já merecíamos. 

 

Voltemos à escrita.

É possível que o nosso olhar não se cruze mais.
Talvez esqueças a minha maneira de falar. Talvez esqueças a cor dos meus olhos e até não te recordes mais das músicas que ouvíamos juntos.
Podemos conhecer alguém. Alguém melhor, pensaremos nós, alguém diferente. Certamente que sim.
Podemos seguir o nosso caminho. Cada um o seu.
Poderei até acabar por me esquecer da tua gargalhada espontânea e do teu jeito engraçado de falar quando acordas.E tu, com certeza que poderás não te lembrar mais do meu cheiro nem da minha forma desajeitada de ser.
Talvez, quem sabe, acabe por deixar de ver o quanto são fascinantes os teus defeitos.
Tentaremos, provavelmente, esquecer a voz um do outro e dos sítios em que estivemos juntos.
Tentaremos, caso a vida siga rumos diferentes, apagar as confissões que um dia trocamos. Tentaremos ainda esquecer que um dia julgamos que poderia ser, eventualmente, para sempre.
Podemos esquecer-nos dos passeios fora de horas, e dos beijos dados na hora certa.
Quereremos esquecer-nos das vezes em que a despedida foi dolorosa.
No entanto, e mesmo que a memória nos falhe, ficará a certeza que um dia fomos felizes.
Se todos os detalhes forem esquecidos, ficará a certeza de que a felicidade passou por nós um dia. Mesmo que não nos lembremos como.
Escrevo isto para que não te esqueças. E talvez para que eu nunca me esqueça também. Mas é possível que aconteça.
Depois da nossa vida deixar de ser nossa, eu espero que não apagues a parte mais importante daquilo que vivemos. Espero que, mesmo que esqueças toda a nossa história, recordes o quanto foste feliz. Não precisas de te lembrar de mais nada.
Assim, e apesar de não ter sido para sempre, teremos a certeza que a memória nunca nos falhará para relembrar que um dia foi mesmo bom sentir que a felicidade passou por nós.

Costumo encomendar roupa online? O barato sai caro? Dicas + review. Shein VS Romwe

Dizem que o barato muitas vezes sai caro. E tenho a dizer que esta é uma das frases com a qual mais me identifico. Isto porque muitas vezes somos tentamos a comprar qualquer tipo de produto que queremos muito mas que como sai fora do nosso orçamento, acabamos por comprar algo semelhante mas mais barato. Resultado? O produto afinal não vai de encontro às nossas expectativas e acabamos por ficar sem o dinheiro e sem usar o que compramos. 

Acredito que esta premissa muitas vezes é associada à compra de roupa online. E tenho a dizer que concordo em parte. A verdade é que a maioria das lojas online que mostram produtos muitos giros e diferentes, acabam por ser uma desilusão, e daí serem tão baratos. 

Desde que comecei a fazer parceria com a Romwe e com a Shein que comecei a perceber que muitas das peças que ia escolher iam ser completamente o oposto do que pedi. E tenho-vos alertado, post após post, para uma situação ou outra. A verdade é que no geral a experiência tem-se revelado positiva, sendo que tenho uma série de truques que utilizo de modo a ter a menor margem de erro possível quando encomendo alguma coisa. 

Na minha opinião a Shein é uma loja online que compensa mais que a Romwe em termos de qualidade. A verdade é que os produtos tendem a ter uma melhor qualidade, e os preços também são agradáveis. Outra grande vantagem da Shein é que tem um espaço onde os compradores deixam as suas opiniões acerca das peças. Assim sendo, quando encomendamos alguma coisa, podemos ter um feedback antecipado de outras pessoas. 

A minha última encomenda da parte deles foi esta peça que, tal como esperado, chegou no tamanho certo e com um material razoavelmente bom. 

ATENÇÃO: as peças deste tipo de lojas tendem a ser pequenas (principalmente as partes de cima), aconselha-se a que comprem sempre um número acima. 

 

Shein.png

 Custa pouco mais que 12 euros e podem vê-la AQUI.

 

Passando para a Romwe, recebi 3 peças que corresponderam exatamente ao que pensava. A camisola é básica, simples e gira e custa 6€. A camisa de ganga custa cerca de 17 euros (custava 40€) e a saia custa quase 17 euros mas também está em promoção. Já agora, uma dica: a romwe é mais barata que a Shein. Eu própria já fiz essa comparação. Apesar de acreditar que pertencem à mesma companhia, já encontrei várias peças IGUAIS mais baratas na Romwe. No entanto, a Shein tem um feedback mais positivo por parte dos compradores. 

ROMWE.jpg

 

Já agora, deixo-vos o link das peças para que possam dar uma espreitadela. Aproveitem para ver as promoções, eles fazem sempre promoções ao longo do ano, nomeadamente nesta altura do regresso às aulas. Qualquer dúvida apitem. Inté!

Primeira peça AQUI

Segunda peça AQUI

Terceira peça AQUI

 

 

E se fosse consigo? - Serviço público ou mais uma farsa da tv portuguesa?

A propósito de um post que encontrei por acaso, dei por mim a pensar que de facto há um programa que tem atraído tanta e boa gente, que parece ter sido um dos grandes sucessos dos últimos tempos, mas que afinal de contas até pode esconder ali qualquer coisa por trás.

Sou um bocado desconfiada, há que admitir. E desconfiada que é desconfiada cheira-lhe sempre a esturro quando as coisas parecem todas lindas, maravilhosas e cheias de borboletas e rebordos floridos. 

Afinal de contas, este programa que tanto conquistou os portugueses, terá mesmo o efeito esperado? Será assim tão educacional que, mais do que transmitir certas e determinadas realidades, nos faça agir perante elas? Deixo a dúvida no ar. Mais que isso, e depois do último programa que dava conta da violência entre pares, tratar-se-á mesmo de um programa realmente transparente?

Ora, digo isto porque no último episódio, uma das pessoas "apanhadas" é nada mais nada menos que Catarina Martins, líder do bloco de esquerda que, apenas por mero acaso, ia a passear-se pelo jardim da estrela e, por mero acaso também, é uma das poucas pessoas a intervir neste caso de violência doméstica. 

Logo aí uma pessoa já fica desconfiada. Mas pronto, uma pessoa até aceita que a líder do bloco de esquerda até goste de fazer as suas caminhadas e que realmente não seja apenas politicamente correta e que afinal de contas é um membro ativo e realmente interveniente em assuntos deste calibre.

Tudo muito bem, sim senhor. Palminhas para a Catarina que nos dá aqui uma bela de uma lição. Não se pode ficar indiferente e por isso ela achou-se na obrigação de intervir. 

Até que ela diz que...

e se fosse consigo.jpeg

 

Há lá coincidências. De onde é que eu reconheço o registo desta frase? Mas isto sou só eu. Tenho que me deixar disto, que não confiar em programas generalistas já passou de moda.

Chata eu, pá! Afinal de contas, este programa é até apelidado de serviço público. Tenho que ganhar juízo. Entrar na fila indiana da carneirada como os outros todos, ver o programa como eles, comentar como o mundo é horrível e como devemos ser cidadãos exemplares, partilhar no facebook que a realidade é realmente uma merda, não é justo, não há direito destas coisas acontecerem. E depois continuar a minha vidinha, como toda a gente faz, fechar o facebook no final do dia e acordar no dia seguinte, já completamente esquecida do programa de segunda-feira. Afinal de contas hoje o tema do dia é o rabo da Rita Pereira e aquele vestido, valha-me Deus, que toda a gente diz que é too much. E é, claro que é...Se eles dizem. Resta-me esperar que a semana passe, tal como eles fazem, e esperar pelo próximo programa. Certamente que a minha mentalidade já quadrada, tal como a dos outros todos, irá mudar com isso. Assim é que eu devia fazer. E vocês também. Afinal de contas, discordar das massas é um risco.

Vá pronto, agora que o sol voltou...

Desisti finalmente de encomendar roupa de Inverno. Nesta encomenda da Romwe chegou-me um playsuit e uma camisa preta. 

Ponto positivo para o playsuit. Tamanho certinho, óptima qualidade, muito confortável. Não sou grande amante de padrões florais mas sou bem capaz de me habituar a este. Está em promoção, por isso vale bem a pena. Custava 40,77€. Agora está a 17,60€. Aqui está!

Em relação à camisa... Infelizmente não correspondeu às expectativas. A qualidade é realmente boa mas o tamanho veio completamente errado. Pedi um tamanho M mas a camisa chegou-me às mãos com uns belos tamanhos acima. Além disso, a etiqueta vinha cortada, o que pode mesmo confirmar que me enviaram o tamanho errado. De qualquer forma, está também em promoção (cerca de metade do preço). Podem encontrar aqui.

BeFunky Collage2.jpg

 

*Post baseado na parceria com a Romwe

Vamos lá parar com isto de encomendar roupas de inverno.

Sou uma pata choca das compras. O verdadeiro ovo podre das encomendas online. 

Aqui, neste mural das lamentações, me confesso. Confesso que as minhas compras online são 80% baseadas no tempo que está lá fora no preciso momento em que estou a encomendar. Está a chover naquele dia? Então vamos encomendar umas galochas. Que importa se já está a primavera a chegar? Hoje está frio? Então vamos lá encomendar um casaquinho, não vá este mês que quase antecipa a chegada do Verão continuar a arrefecer. Enfim, uma tristeza, uma idiotice, burrice, parvoíce, palermice.

Isto para vos dizer que encomendei dois casacos da Romwe (shame on me) mas que estou ligeiramente arrependida porque pouco os usei. Um deles, o preto, nem o estreei. O cinzento ainda deu para utilizar umas vezes mas cheira-me que agora vai ser arrumadinho e só volta a ver a cor da minha pele para o ano que vem. Para o ano que vem SE daqui a esses meses todos ainda gostar dele. Sim, porque esse é o problema. Nós, mulheres no geral, temos uma grande tendência a inclinar-nos para peças que realmente não precisávamos, pensamos que as usaremos no ano que vem mas acaba por não passar de uma boa intenção porque quando chega a hora H a dita peça já não se encaixa bem no nosso estilo.

romwe3.jpg

Bom, uma vez que estas encomendas chegam fruto da parceria que tenho mantido com a Romwe há vários meses, não me custa tanto uma vez que não paguei pelas peças. Mas (há sempre aquele mas) tenho uma real pena de não ter utilizado o maravilhoso cérebro que tenho vindo a desenvolver ao longo de 23 anos para ter encomendado umas peças mais fresquinhas. 

Quando os encomendei não estavam em promoção, se não estou em erro. O casaco cinzento - que é de óptima qualidade, posso garantir-vos - custava quase 73 euros. Agora está em saldos e custa cerca de 38 euros. Podem vê-lo aqui.

Em relação ao casaco preto, posso admitir que nunca o utilizei. E não é que não goste dele, porque gosto. A qualidade não é tão boa como a do casaco anterior, mas também não é má. É giro, é quentinho mas até agora não tive oportunidade de o usar. Fica para o ano, espero eu! Este custava quase 60 euros. Não acho que valesse os 60 euros, para ser muito sincera. Não é mau, não senhor, mas não tem um nível de qualidade que mereça tanto dinheiro. Agora está a 27 euros, o valor que considero realmente justo. Podem também encontrá-lo aqui.

 

*post baseado na parceria com a Romwe.

Só dois minutinhos para falar de pêlos, sim?

Mulher que é mulher sabe que a depilação é o nosso calcanhar de aquiles. E não há margem para histórias de que cada um anda como quer, não me lixem. Isso é tudo muito bonito mas está para chegar a pessoa que me diga que adora de paixão andar a exibir os seus pêlos de cabeça levantada e orgulho. Portanto, let's be honest: a gigante percentagem de nós seria menina para dar um rim pelo extermínio definitivo dos pêlos que nos assombram por motivos vários, a saber:

1. São muitos - Muitos e estão espalhados pelo corpo todo. Podiam estar concentrados num só sítio, mas não. Tenho uma inveja desgraçada, daquelas invejas pouco saudáveis, das pessoas que quase não têm pêlos. São raras, é verdade, mas existem. Sacanas das sortudas. 

2. Dificuldade na escolha do método - Ora , ora, ora. Este subtema dá pano para mangas. Cera dói como o raio, principalmente em alguns sítios. É preciso coragem. E alguns euros na carteira caso opte por uma esteticista. Lâmina só funciona nas primeiras horas, e é vê-los crescer que nem loucos pouco tempo depois da depilação. Já para não falar dos cortes. E da pouca paciência para examinar se sobrou algum maldito. E não arranca o pêlo, apenas o corta. Temos ainda aqueles cremes manhosos que queimam o pêlo. E a pele. E não são grande coisa. E duram pouco. Depois há a máquina de depilação. Nunca experimentei mas ouvi dizer que também dói e que também não tem grande durabilidade. 

3. Tempo de crescimento - Usem que método for, eles voltam a crescer. É absolutamente fatídico, está pré-destinado. Eles voltam! E depois há sempre o tão habitual problema: não estão muito grandes, mas já voltaram. No entanto não estão suficientemente grandes para ir à depilação. Mas queria ir à praia e eles já se notam. Bahhh, um inferno. 

4. Não são estéticos - Eu pelo menos não acho. Sei que já houve por aí uma grande corrente que apelava ao crescimento dos pêlos, mais um menos semelhante aquela campanha femininista que decidiu queimar soutiens apelando à igualdade entre géneros (wtf?). 

 

Enfim,podia continuar aqui a minha lista que acredito que pela hora de jantar terminaria de vos contar todos os meus motivos para declarar guerra aos pêlos. Mas como nem eu tenho o dia todo, nem vocês têm paciência inesgotável, vamos ao que interessa. Depilação a laser! Que tal? 

Já estive muito tentada a experimentar mas como não tenho tido tempo ( leia-se: €€€€€€€€ ) não tem dado. Há uns anos atrás era caríssimo. Pelo menos na altura em que andei a ver era. Agora parece que já não é bem assim. Várias bloggers da praça pública aqui da bloga têm aconselhado uma clínica mas como sei que muitas delas diriam maravilhas por meia dúzia de trocos, decidi pedir alguns conselhos a vocês, pessoas de bem com a vida e honestas, que sei que não me mentiam numa coisinha destas. 

Portanto, na minha mira está a clínica Ultimate Laser. Os preços não parecem ser absurdamente elevados, já ouvi falar várias vezes deles. Tem tudo para dar certo, não acham?

Se tiverem experiências contem-me! Demora muito tempo até dar cabo deles para todo o sempre? Sim, sei que depende de pessoa para pessoa mas, em média, é preciso andar a fazer sessões até aos 50 anos para que eles desapareçam para o mais infinito e mais além? E vão e não voltam mesmo? Ou os filhos da mãe têm tendência a voltar a dar de si? E dói? Não me escondam nada, que sou menina para fugir a sete pés de tudo o que envolva um grau acentuado de dor.