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Um dia faço um blog

Há pessoas que precisam de uma vida .

Ao longo dos meus 22 anos como pessoa tenho desenvolvido certos mecanismos que utilizo como armas poderosas contra a estupidez alheia.

Se antes me preocupava com aquilo que os outros diziam, passada a adolescência, passei a marimbar-me.

Confesso que há certas e determinadas coisas que me incomodam. Julgo que é normal. Dá aquela aquela vontade de responder, de baixar o nível...Mas muito raramente o faço. Por norma saco da minha arma mortífera do desprezo e tauuu: alvo abatido sem dó nem piedade.

De qualquer forma continua a irritar-me o quanto algumas pessoas têm a tendência a meter-se na vida do outro. A cobiçar a vida do outro. A invejar a vida do outro em segredo. A dizer mal, a tentar mandar abaixo. Há pessoas assim. Mesquinhas. Que têm uma vida tão triste que têm a necessidade de interferir na vida dos outros.

Acho que há uma certa tendência das pessoas opinarem sem conhecerem verdadeiramente a pessoa sobre a qual estão a falar. E isso eu aceito. E percebo até. Eu própria já julguei sem conhecer, e muitas das vezes erradamente. Mas penso que esta tendência seja própria do ser humano. Tenho a certeza que hoje em dia a minha forma de encarar as pessoas é completamente diferente de há uns anos atrás.

Bom, mas o que me chateia mesmo são as pessoas que, além de julgarem sem conhecer, se metem descaradamente na nossa vida. Tentam interferir. Fazem esquemas. Tudo e mais alguma coisa só para, sei lá, tentarem ser iguais. Frustradamente, pois claro.

Coitadas.

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